Calor dubão
A certa altura do meu fim de semana, ela me olha nos olhos e fuzila: "vou te dar uma surra".
A surra a que me refiro é essa mesma, de xoxota.
Assistimos O Cheiro do Ralo, grudadinhos. Ver aquela bunda fenomenal da Paula Braun me deixou ouriçado, tesudo, não conseguia tirar as mãos dos seios dela.
E ela é muito mais gostosa que a Paula Braun, que nem peitos tem.
69 com ela é coisa de louco. Sinto o cheiro daquele mel escorrendo da xaninha, enfio a cara, desbravando aquela gruta fervente, úmida, convidativa.
Ela senta em mim e eu sou imediatamente transportado ao paraíso, um paraíso quente, melado, delicioso, inabitado.
Ela goza uma, duas, três vezes e depois não aguenta. Ela me olha e diz: "assim é maldade, eu num guento" e desaba na cama. Eu vou pra cima, pra aproveitar aquele momento de intimidade que é tão gostoso quanto o sexo em si, não exige nada além de afagos e beijos. As pernas dela tremem, a respiração entrecortada.
Na verdade ela é quem leva a surra. Mas quem geme sou eu.
