Sol de setembro
Quantas e quantas vezes eu chupei, mordisquei e lambi aquela xoxota? Quantas vezes senti meu pau ser apertado, entortado, enforcado e encharcado dentro daquela xoxota? E quantas vezes eu jorrei litros e litros de porra dentro dela?
Muitas. Incontáveis.
Mas a despeito das macacadas fodais, os momentos que mais me marcaram foram os de pós-coito. Aqueles momentos, você sabe, só aproveita quem se conhece nos recônditos mais íntimos e nunca totalmente desbravados, porque a intimidade requer descoberta. Requer desejo.
E conquanto o tesão, desejo e o amor possam acabar, a intimidade nunca termina. Porque ela é o que há de melhor num relacionamento e tudo o que há de melhor nesse mundo é eterno.
E é por isso que eu sou um eterno apaixonado pelas mulheres. Porque elas me permitem essa intimidade extrema, me permitem um vislumbre da felicidade celestial dentro de suas pequenas, ensopadas, elétricas, apertadas e deliciosas xoxotas.

:( essa é carinha de quem não sabe o que comentar…rsss
sorte por aí meu querido!
beijosssssssssssss
*vou te ligar semana que vem, logo eu chegue poraí,falou?
Comment by Márcia(clarinha) — Wednesday February 21 2007 @ 21:29 pm
Eu estou devagar nessa, mas é isso mesmo: o bom não é durante, é antes, durante e depois!
Comment by Cão Babão, puts! — Thursday February 22 2007 @ 17:10 pm
Bom final de semana, velho!
Comment by Cão Babão, again! — Friday February 23 2007 @ 15:49 pm