Monday July 31 2006

Forrest, Forrest Gump

Você sabe o que Forrest diz à multidão que protesta contra a Guerra do Vietnã, em Washington, quando seu microfone é desligado? De acordo com Tom Hanks, o discurso é o seguinte: “Algumas vezes, quando as pessoas vão para o Vietnã, elas voltam para a casa de suas mães sem as pernas. Algumas vezes elas sequer voltam para casa. Isso é uma coisa ruim. Isso é tudo o que eu tenho a dizer sobre isso”.

Fonte: Cinema em Cena

Friday July 28 2006

Never again

Aliás, os grilhões foram quebrados há tempos.

Quero ir-me embora daqui. Dessa cidade. Desse país. Desse planeta.

O único motivo que me alegra ao chegar em casa é saber que vai passar CSI e eu vou assistir, porque nem Arquivo X eu tô conseguindo assistir mais.

Território do sinistro? É aqui.

Eu gosto do som de ventiladores. E de aviões, daqueles que passam ao longe, num fim de tarde, o tipo do som que me enche de melancolia e saudade. Uma coisa é ser bem resolvido, outra coisa é ter o complexo de algum grego desatinado das antigas. Não tenho o complexo, mas os sintomas. Nada de incesto, só a saudade inexplicável daquilo que tive quando criança, aquele apego sonoro, aquela benevolência, desocupação desencanada. Aquela vontade de não fazer nada. Hoje eu tenho a síndrome da pressa, sofro de uma depressão mal diagnosticada, ansiedade extrema, enxaquecas sazonais, esofagite, hérnia de hiato, gastrite e já encomendei uma úlcera, deve vir de Guará Miranda, por isso a demora.

Na última avaliação física que fiz, me condenaram sem contemplação in loco, sem chance pro meu sistema cárdio-respiratório, imunológico, digestivo e sabe-se lá o que mais: “Senhor, recomendo uma mudança drástica no seu modo de vida. Desse modo o senhor vai sofrer um infarto ou um derrame ou AVC de uma pra outra, sem chance de aviso prévio, sem chance de carona pro hospital”.

Peraí, caceta, eu tenho 25 anos. Ninguém morre de infarto aos 25 anos. No máximo de câncer ou num acidente de carro, mas nem carro eu tenho. Espero que nem o câncer também.

Eu gosto do barulho dos ventiladores. Gosto de dormir ouvindo música. Se não houver música, que seja um ventilador então, mesmo com o condicionador de ar ligado. O barulho das pás girantes acalma, ajuda a sonhar. Eu sonho com minha infância, quando o barulho do avião num fim de tarde era apenas o barulho do avião e não a constatação sem segunda chance de uma oportunidade perdida.

It’s never enough

Isso tá me cheirando a despeito.

Hatred

Quem disse que o ódio faz viver não sabia o que era vida.

Tá pensando que amizade é coleira, chefia? Pois não é não. Nem de longe. Isso aí não é amizade não. Qualquer hora vai levar um tombo e eu vou estar olhando, prevenido.

Não, não quero mal não. Nem bem, indiferença é a palavra. Veremos quem é santo nessa estória.

Wednesday July 26 2006

In / Out

Bati meu recorde hoje. O emprego mais rápido que já tive: 30 minutos.

Chego lá:

“Mexe no Premiere, Photoshop, Corel, Final Cut”?
- Mexo.
“Mexe no After?”
- Não.
“Mas serve. Começa amanhã.”
- Falô.

Meia hora depois…

“Mil desculpas, já havíamos arranjado um editor e o chefe não havia avisado.”
- Falô.
“Desculpa mesmo, se houver qualquer mudança te avisamos.”
- Falô.

Agora…

Só porque não mexo no After. Pois mexerei. Mexerei e me vingarei de todos os designers do mundo.

Tuesday July 25 2006

Sao Paolo

Em maio eu fui pra São Paulo. 22 dias de descanso. Conheci pessoas, reconheci pessoas. A pergunta que mais ouvi quando voltei foi: e aí, curtiu o litoral, as praias?

Não. Só fui uma vez ao litoral. Santos, Guarujá, São Vicente e Bertioga. Barba, cabelo e bigode.

Mas conheci o Masp, antes que lhe faltasse energia elétrica. Conheci a estação da luz, o teatro municipal, o pátio do colégio, a casa do Anchieta, a galeria do rock, a 25 de março, o Mercearia, o bar da Dida, as padarias, os bares. Reencontrei o Tadeu, conheci a Patrícia, a Ana, a Dane, a Carla.

As avenidas, os bingos, as lindas caixas do Unibanco (Maria Carolina, que espetáculo de mulher), os hospitais famosos eu vi de longe, os homéricos engarrafatórios urbanos, tanto de automóveis quanto de gente mesmo. Os prédios, os porteiros, os mendigos, as filas pros albergues, os viadutos habitados, os velhos que morriam de frio, os trombadinhas que assustam as dondocas, as Ferraris, Porsches, Land Rovers, Rua Augusta - que depois vira Colômbia, ou é ao contrário? - a primeira mesquita do Brasil, a sinagoga de Higienópolis, os judeus de chapéu, tranças e limusines. Praça da Sé. Praça Roosevelt (Looservelt, segundo o Bortolotto), Museu do Ipiranga, as mulheres lindas, peitudas, incandecentes. E as frias também. Paulo de Tharso, Mirisola, De Melo, feijoadas em padocas, cigarros acesos, sem se danar para o mundo. Os motoboys, potenciais homicidas e suicidas. PCC, ataques, queimadas urbanas, marcas de tiros, blitz de policiais com metralhadoras.
Bovespa, Banespinha, a poluição, os dias frios, a cultura capitalista.

O sol do fim da tarde, num clima frio, os prédios cinzentos e suas sombras avermelhadas ao o pôr-do-sol.

De tudo isso eu sinto falta. Mas algo me faz sentir mais saudade que isso tudo aí em cima: a solidão inerente à cidade de São Paulo. No meio de um povo caótico, espremido, apressado é possível simplesmente estar sozinho, solitário. É possível não ser mais que um bicho. Ou sê-lo.

Pretendo voltar pra lá, de repente até morar. Mas antes preciso treinar meu espírito na arte da solidão acompanhada, porque isso é o que mais me fere, mesmo não ferindo. É o que mais me atrai, mesmo me repelindo.

É o que mais quero, mesmo não o sendo, porque eu sou essencialmente um ser urbano.

Monday July 24 2006

Fairy tale

Em um conto de fadas, eu visualizo os caixões. Sim, os caixões. Estranho começar um conto de fadas dessa maneira? Não, estranho seria finalizar desse jeito. O começo pode tudo, o começo é o ground zero, é o ponto em que tudo é possível. Se eu quiser que meu conto de fadas tenha chuva de facas e merda, ele terá. Se eu quiser que a Ashlyn Gere me faça um fellatio, ela fará. Na vida real tudo é limitado, no meu conto de fadas o tudo é infinito e o nada não existe. Tudo é superlativo e sobrenatural.

Em um conto de fadas, eu visualizo os caixões. Sim, os caixões. Alinhados, aparelhados, exalando orgulho, ranço e gases, os caixões esperam. Esperam o momento em que serão confinados a sete palmos, momento em que seus orgulhosos ocupantes irão comer capim pela raiz. Momento em que deixarão este mundo de merda e se tornarão recheio de intestino de vermes. Grande mudança, não? Tudo muda e os defuntos não perceberam. Não adivinharam que o mundo é roliço e dá voltas. Não esperavam tal golpe do destino. Se achavam Deus. Deuses.

O primeiro ocupante tinha história pra contar. Por apelido a infâmia lhe pegou. Não, ele não emprenhava as moças interioranas. No fundo dos rios do Amazonas ele tem história pra contar. Papéis já apagados lhe condenam as entranhas, urnas apodrecidas delatam seus defeitos. O boto. Sempre ele, sempre em primeiro.

O segundo gostava de usar tanguinhas. Bebia, cheirava e dava a bunda. Sim, a maioria dos políticos brasileiros faz isso, mas esse era diferente. Se o turco foi preso, esse nunca deu a cara a tapa. Se já foi investigado, comprou o silêncio dos incorruptíveis, comprou a alma dos ignorantes. Esse quase foi-se mais cedo, num acidente de carro. Um amigo de um amigo meu socorreu o moçoila e seu motorista, ambos trêbados, cocainados, laricados e despidos. Minto. Vestidos. Com tanguinhas. Puta desserviço à humanidade prestou esse amigo do meu amigo. Mas tudo na vida é perfeito. O mundo é roliço e numa dessas voltas, ele foi-se. Desta vez sem delongas ou socorro. Foi-se pras picas. Literalmente.

O terceiro era novato no mundo dos grandes. Bonitão, quando novo gostava de dar cavalo de pau na rua pra menino ver. Tinha um problema de torcicolo televisivo. O primeiro a falir um Estado, somente pra encher o próprio bolso. Patrocinava os jornais locais também, até que a ganância lhe subiu às têmporas e parou de depositar dólares no exterior pras dondocas jornalísticas. Foi o começo do fim. Vítima de ataques diários, segundo ele, todos infundados, até mesmo porque merda não afunda, conseguiu o óbvio. Atrair a pena das multidões. O que não conseguiu foi a remissão de seus pecados. Num mundo de merda, caiu vítima da própria piroca. A mulher, acostumada à vida boa, soube de seus casinhos. Na primeira, a secretária pegou as contas. Na segunda a diretora pegou as contas. Na terceira, a piroca pegou as contas. O homem que não pensava com a cabeça de cima perdeu a de baixo e não soube viver sem ela. Morreu de desgosto. Finalmente.

Em um conto de fadas eu visualizo os caixões. Estranho? Estranho é um mundo em que os bons morrem cedo, morrem de câncer, morrem de diabetes, morrem de ataques cardíacos fulminantes. Estranho é um mundo que revoga a seus ocupantes mais merecedores uma vaga a sete palmos abaixo, um mundo que premia os meliantes, que acoberta suas torpes aleivosias, que paga seu sangue com ira e vinho, orgias e tóxicos, ao mesmo tempo que fustiga seus habitantes mais humildes, como minha avó. Ou mesmo dois dos mais ilustres artistas, como o Cortez e o Guarnieri, que se foram ao saco por esses dias.

Se tudo isso tem nome, só posso pensar em um. Injustiça. Cósmica.

Friday July 21 2006

Low light

Personal:
Ando me exercitando ultimamente. Andando, correndo, queimando calorias. Cortei coca-cola, frituras, sandubas e dogões. Ando numa de saúde que dá gosto. Tô fumando menos, beber não bebo. Foder eu fodo, geralmente a paciência alheia, vez ou outra uma xoxotinha. O que me emputece é a demora. Já tem 3 dias que ando 4 quilômetros por exercício e nada. Sim, sim, eu sei: demora. Mas eu não gosto de demora. Não gosto de esperar. Quero ter a estrutura muscular do Vin Diesel. E terei.

Professional:
Ando fazendo as coisas certas na universidade. Trabalhos, presenças, garotas. Não, não tô ficando com nenhuma mocinha universitária, mas tô de olho numa colega de curso que é uma graça. Usa óculos, que charmosa. E conversa comigo! Isso é o mais importante, porque toda garota que olha minha cara tem espasmos de sair correndo, gritando Bin Laden, segurança e outros impropérios que não consigo auscultar.

Night stand
E, o fim de semana chegou. 3 dias sem dormir. 3 dias vivendo. 3 dias galopando as pradarias da liberdade e da solidão. Sim, porque só um fim de semana de um solteiro pode ser livre e solitário ao mesmo tempo. O que eu quero mais da vida?

Só grana. Mas isso a gente arruma.

P.S. Para não perder o costume, cito e avacalho o Drummond: hoje é sexta, amanhã é sábado, depois é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será.

Nunca um verso fez tanto sentido pra mim.

Thursday July 20 2006

Happy

Hoje é dia do amigo.

Parafraseando o Neguinho, peão da empresa do meu pai: “quem tem amigo é ladrão“.

Wednesday July 19 2006

I wish

Sou solteiro há mais de 1 ano.

Dualidade. É muito bom ser solteiro. Não estar solteiro, mas ser solteiro. Há uma diferença abissal: ser solteiro pressupõe o gosto pela putaria, pelo desapego emocional, romântico, coisa e tal. Estar solteiro é mais como um estado de transição. Algo entre o purgatório e o paraíso, entre o tesão e o recato, entre a liberdade e a prisão. É uma entressafra, por assim dizer.

Bar é lar. Aqui e lá, iguar-iguar.

Muito do que eu sou hoje devo ao meu pai. Com 3 anos de idade, eu já frequentava puteiros com ele. Enquanto ele se divertia, eu ficava comendo churrasco com as quengas. Até hoje adoro as putas por causa disso. Não pago pra comer mulher, mas as raparigas têm com certeza minha simpatia e anuência. Aliás, uma dica: não deixe uma puta fazer carinho em você, porque isso dá paixão na certa. Pode perguntar.

Viver sob o jugo de tabus idiotas já foi meu modelo de existência. Hoje em dia?
Viver.

Tô à toa Tokio. Se ligou? Lobão sabia do que falava. Sempre.

Pra nadar

Pra sair outro pôste longa-metragem que nem esse aí embaixo vai demorar.

Minha inspiração é cíclica, tóxica e não-alcóolica.

Agora só no próximo fim de semana.

P.S. Amazonino disse que o Ministério Público é “comprável”. Vão notificá-lo e provavelmente processá-lo. A pergunta é: ele mentiu?

P.S.2 Morreu o Raul Cortez. Mais um pra lista dos que vão fazer falta.

P.S.3 Ontem quebrei uma promessa. Hoje tô com azia, dor de estômago, pigarro e sono pra caralho. À parte o fato de eu nem lembrar meu sobrenome.

Monday July 17 2006

Sonâmbulo

Nos fins de semana eu durmo pouco. Aliás, não durmo. Tampouco acordo. Fico num estado intermediário, lusco-fusco, comumente chamado de sonambulismo. Deve ser resultado das noites em claro, passadas de bar em bar, procurando diversão, mulher, etc.

Adoro bares. Me sinto em casa neles. O Ecos bar, aqui em Manaus, praticamente foi meu segundo lar por muito tempo, lá pelos idos de 2001. Até hoje vou lá toda sexta, bater uma sinuca, comer um x burguer com carne crua e coca cola quente. Mas eu não me queixo. Esse é o charme do lugar. Essa falta de compromisso com o bem estar do cliente. Foda-se o cliente. Quem tem que ser prestigiado é o bar.

Uma coisa que eu gostei pra caralho em São Paulo, quando estive lá em maio, foi a quantidade de bares existentes. Bares e padarias. Puta que o pariu, tudo o que eu queria. Bares pra passar a noite toda em claro e as padarias pra forrar o estômago nas primeiras horas ensolaradas da manhã. Quer coisa melhor que isso? Só sexo!

O Mercearia bar é muito massa. O bar da Dida também, que eu descobri depois ser reduto da moçada homossexual (homens e mulheres). Preconceito? Só se o bar fosse uma merda, o que não é.

Semana? Pra que? Que venham os fins de semana, que venham as noites infindas, que venham os beijos com gosto de cigarros, cerveja e chicletes. Que venham as manhãs cinzentas, cheias de azias, lembranças e cansaço. Que venham as mulheres desconhecidas ao lado na cama, com cheiro de orgasmos alcoólicos e baratos afins. Eu não bebo álcool. Mas elas bebem. E eu adoro.

Que venham. Viva rápido, morra jovem. Não, nada de mal do século. O mal do século foi a tristeza. O meu mal é o começo da semana. Vivo rápido, vivo nas poucas horas dos fins de semana. O resto dos dias é isso mesmo: resto.

Bring it on!

O futuro se chama Bar

Rock and Roll. Essas palavras ainda farão sentido pra mim.

Saturday July 15 2006

Again

Hoje tem de novo. E hoje é o dia! Hoje a cobra vai fumar!

Pra não ficar em branco: Belarmino Lins arquivou o processo contra Nelson Azêdo e Prodente. Artur Bisneto disse que vai reabrir o processo.

Eles que são ladrões que se entendam. Eu quero saber é de ir pra quenguice.

P.S. Querem entender a quantas anda a política na minha cidade? Aqui ó: Blog do Maskate (Jornalzim fudidim de Manaus)

Friday July 14 2006

Hoje tem

Hoje tem. De novo. Foda-se.

Viva rápido e morra jovem. Esse é meu lema.

Thursday July 13 2006

Nice try

Tentei, mas não consegui. Hoje tem putaria de novo.

E foda-se, afinal é preciso viver um pouco.

Pussy chase

Negação, barganha, aceitação?

Chongas, tô na fase da putaria acentuada, ilimitada e bucetada.

Wednesday July 12 2006

Sinal de vida

Neste pôstezinho aqui eu falava sobre minhas preocupações com meu pau.

Felizmente, isso já se resolveu. Era isso mesmo que você tá pensando. Falta de fodas.

P.S. Encantadora de Baleias. Filme que vale a pena ver, rever, triver e o que mais a matemática permitir.

Tuesday July 11 2006

Work

Tô cheio de trabalho de faculdade pra fazer, cheio de bronca no trampo pra resolver, cheio de problema pra solucionar, e, graças aos céus, cheio de bucetas pra foder.

Pelo menos isso, né caralho? Literalmente, entenda-se.

Monday July 10 2006

A different drum

Uma vida desregrada faz bem. Só não sei a quem.

Noé, nos salve!

Eita caralho, puta que o pariu pra porra, tá caindo um temporil que puta que paral neste momento em Manaus.

Só de respirar já me afogo! Chove, filha da puta, chove!

Walk tall

Gastrite, esofagite e hérnia de hiato. Conheces?

Pois é, eu conheço. Muito bem, aliás. Melhor do que eu gostaria de conhecer.

Caralho

Apertos, beijos, boquetes, dedadas, bucetas.

O nome disso tudo é fim-de-semana. O meu.

Saturday July 8 2006

Full Metal Jacket

Tu é fotógrafo?

Sou correspondente de guerra.

Já viu muita guerra?

Vi um pouco na tv.

Tu é um cômico.

Bem, sou chamado de Coringa.

Pois tenho uma piada pra ti: vou te abrir um novo buraco pra peidar.

Peregrino, só depois de tu comer o amendoim da minha merda.

Full Metal Jacket

Estou em um mundo de merda, sim. Mas estou vivo.

Harley Davidson and the Marlboro Man

É melhor estar morto e numa boa, que vivo e aperreado.

Friday July 7 2006

Full Metal Jacket

O morto só sabe uma coisa: é melhor estar vivo.

Tristeza não tem fim, felicidade sim.

Mentira. Tristeza tem fim sim.

Thursday July 6 2006

Muthafuck

Papelão o que o Telecine tá fazendo. Cortando cenas, acelerando os créditos. Papelão, papelão, papelão.

Merecem um processo no cu e uma reclamação ao Procon, porque não entregam o que prometem.

Aguardem, aguardem, filhos de puta.

Wednesday July 5 2006

Garantido

Garantido mais uma vez vence o corno azul do Caprichoso.

Enquanto o contrário não largar mão de ser besta, tirar o Arlindo Jr., o Robson Jr. e a atual diretoria de merda o Caprichoso vai continuar sendo carnaval e vai continuar levando pau no cu. E eu acho é bem feito. Boi é Boi, Carnaval é Carnaval, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

E dá-lhe David Assayag.

Fotos aí embaixo, caralho, não tá vendo?

Garantido na arena

Robson Jr, Caprichoso

David Assayag, Garantido

Arlindo Jr, Caprichoso

Caprichoso

Bumbódromo

Tuesday July 4 2006

Johnnie Walker

Mandei um mail pra Neo Gama BBH, filial brasileira da agência londrina BBH, que produziu o video Tree, pra Johnnie Walker e não é que eles me enviaram o video com a trilha que eu tanto queria?

Puta que o pariu, ainda existe gente de bem neste mundo.

Agora só me falta a música Seventeen, da banda My Park, que toca no video Hypnôse, da Lâncome. Quem tiver, favor enviar, gratifico bem. Bem mal.

Monday July 3 2006

Terminator

Quero enfiar minha cara nessa bundona com sofreguidão, tesão e decisão!
Putaqueopariucaralho, mas que cu!

Brazil

Agora quero ver se ainda existe algum brasileiro patriota neste mundo.

Quero só ver.