Evacuação fibrosa
Não quero saber,
Do que pode ser,
A vinda ou a ida,
Da morte ou da vida.
A queda, a dor,
Sintomas fibrosos,
Transformam a luz,
Em ocaso sinistro.
Mundo subterrâneo,
A pressa e a sorte,
Tornam-se canções,
Que cantam a morte.
Esfola a fé,
E vomita a alma.
Pragas indômitas,
E trevas daninhas.
A verdade mente,
Mas o que é o espírito ?
Real e incomum,
De fato é o óbvio.
Rosários ou terços ?
De frente ou de lado.
Gangrena, necrose,
É a alegria, de fato !
Osimar Medeiros 05/12/2002

Tá poético, hein, rapá!? Olha, tô de volta com o coracion envenenado, ok?
Comment by Serjones — Tuesday January 17 2006 @ 2:37 am
olá, cheguei aqui por acaso e vou dizer uma coisa, voltarei sempre. parabéns.
Comment by viscondi — Tuesday January 17 2006 @ 7:23 am
Sabe o que realmente gostei aki??? os dados (nome. e-mail e URL) já vêem todos prenchidos automaticamente… rs
Bem interessante teu blog…
Bjos
Comment by Lilian Paula — Tuesday January 17 2006 @ 9:02 am
Repito: gosto de descobrir vc nas entrelinhas…
Comment by Barata Voadora — Tuesday January 17 2006 @ 10:06 am