Pra comer minha mãe, aparecem 10. Mas pra dar pro meu pai não aparece 1.
Matemática dos infernos, zifio, matemática do cão.
São 99 a cavalo pra foder o que vem a pé, como dizia meu sábio progenitor.
Pra comer minha mãe, aparecem 10. Mas pra dar pro meu pai não aparece 1.
Matemática dos infernos, zifio, matemática do cão.
São 99 a cavalo pra foder o que vem a pé, como dizia meu sábio progenitor.
Às vezes eu faço beiço de choro. Mas não quero chorar. Só frescar a paciência mesmo.
Um dia eu canso de ser bonzinho.
Neste dia vai chover merda, granizo e canivete, tudo ao mesmo tempo, aqui e agora.
Puta fome, puta banzo, puta tristeza, puta cansaço, puta preocupação, puta dor na cicatriz, puta que o pariu!!
Segundona nublada. No Rio de Janeiro morreram uns 20 até agora.
O que eu não entendo é como um cristão pode morrer afogado no estacionamento de um edifício.
Puta morte estúpida dos novecentos mil infernos.
How Could She
Type O Negative
Composição: Steele, Kelly, Kickey, Silver
Wilma Flintstone, Marcia Brady,
Alice Kramden, Gladys Kravitz,
Laverne and Shirley, Jeannie
Morticia Adams, Aunt Esther,
Sweet Polly Purebread, Natasha,
Mrs. MacGillicuddy
How could she?
Ginger, Mary Anne, Mrs. Howell,
Samantha Stevens, Lieutentant Uhura,
Judy Jetson
Olive Oyl, Ethel Mertz,
Edith Bunker, Marilyn Munster,
Rhoda, Penny Robinson
How could she?
Why don’t you love me anymore?
Quite upset, angry, just plain annoyed
No recourse except for celluloid
In my heart, I know you are not real
Though in mind, suspect you still can feel
Walt Disney or Hanna-Barbera
Black or white, stunning Technicolor
Warner Brothers and the A.A.P.
I’ve become addicted to TV
Crissy Snow, Catwoman,
Creepela, Weezie Jefferson,
Betty Rubble, Little Cindy Who
Penelope Pitstop, Lois Lane,
Vanna White, Wonder Woman,
Elly May, Maude, Witchiepoo
How could she?
Why don’t you love me anymore?
How could you?
I know you are fucking someone else
Type O Negative (Letras: Peter Steele)
Trust and you’ll be trusted
Says the liar to the fool
Lust - so what if you’re busted?
In love and war there ain’t no rules
Do you believe in forever?
I don’t even believe in tomorrow
The only things that last forever
Are memories and sorrow
Out of sight out of mind
The motto of betrayal
The prophets preach to forgive and forget
I’m sorry, but I am unable
You went to l’amour saturday night
Red nails and lipstick dressed two sizes two tight
His tongue down your throat
His hand up your skirt
Yeah I’m a man
But it still hurts
Slut
Hooker
Cunt
I know you’re fucking someone else
(he knows you’re fucking someone else)
You had cock on your mind
And cum on your breath
Inserted that diaphragm before you left
Practicing freelance gynecology
Where there’s a womb there’s a way
With you it’s for free
Slut
You bloody whore
Cunt
I know you’re fucking someone else
(he knows you’re fucking someone else)
Done it before
So many times
I refused to learn my lesson
Gave ’til it hurt
I thought it was right
Only fools make mistakes twice
So I sit home
Drinking alone
Empty bottle in my hand
Don’t even try
To sort out the lies
It’s worse to try to understand
You make me hate myself
I know you’re fucking someone else
(he knows you’re fucking someone else)
Noé já me ligou, mandou avisar que lá pelas 19 horas passa por aqui com a Arca pra recolher a trupe.
Temporil que puta que paral caindo em Manaus.
Arrocha Pedrão!
Vamulá Noé!
Baader-Meinhof Blues.
Puts que pareba. Que som do caralho.
No Músicas para Acampamentos, claro.
Ei, Porra! Um blogue anti-rábico, obnubilado e apedeuta!
Um oferecimento da casa do Caralho. Definitivamente, a última palavra em ginecologia
Agora redescubro a Legião Urbana.
Músicas para Acampamentos é o que há.
Renato Russo era um zé buceta, mas a banda sempre foi do caralho.
Puta que o pariu caralho.
Segundo C.D. Andrade, hoje é segunda-feira, amanhã é terça, depois quarta, quinta, sexta, sábado, domingo e depois disso ninguém sabe o que será.
Mentira. Eu sei. Depois disso é dia de lapada no povo.
Confesso que tive um fim de semana agradável. Nada de banzo. Master system 3, Alex Kidd, Black Belt e o caralho a quatro.
Confesso. Tô satisfeito. Só não sei com o que. Vai ver é TOC incubada, ou frescura mesmo.
Confesso 2. Nunca arranquei um cabaço. Já cubaço… (de mulher, entenda bem, maldoso filha da puta).
Preciso arranjar uma namorada, uma amante, uma amásia, sei lá. Uma mulher que cuide de mim, que chupe meu pau, que engula e não tenha nojo.
Quero colo e é pra já.
Que buceta. Solteirice é uma delícia, é muito bom mesmo. Mas há ocasiões em que ser solteiro é uma merda total.
E nem estou pensando com meu pau, coitado, que há tempos não explora uma caverna. Tou pensando com minha razão mesmo.
Caralho, por que intimidade leva tempo pra se ganhar?
Alguém me empresta um DeLorean aí.
Sou o solteiro mais cobiçado que conheço.
Cobiçado por traças, baratas, osgas, transgêneres e afins.
Confesso não ter mais saco pra escrever longos textos. Confesso não ter mais colhão pra pensar longos textos. Confesso, inclusive, nesses quase 5 anos de blogueiro nunca ter passado por uma fase tão infrutífera lexicamente falando.
A pergunta inevitável: estou infrutífero porque não penso mais longos textos, ou não penso mais longos textos porque estou infrutífero?
O que veio primeiro, o ovo ou a galinha?
O macaco.
Esse ano eu preciso viajar, nem que seja a pé.
Nem que gaste as solas dos meus pés, nem que me encha os dedos de calos, nem que eu precise andar de bananeira.
Eu vou viajar. Nordeste, Sudeste, sul. Meu destino. Negócios e prazer.
A Letter To Elise
The Cure
Composição: Smith/Gallup/Thompson/Willians/Bamonte
Oh Elise it doesn’t matter what you say
i just can’t stay here every yesterday
like keep on acting out the same
the way we act out
every way to smile
forget
and make-believe we never needed
any more than this
any more than this
oh Elise it doesn’t matter what you do
i know i’ll never really get inside of you
to make your eyes catch fire
the way they should
the way the blue could pull me in
if they only would
if they only would
at least i’d lose this sense of sensing something else
that hides away
from me and you
there’re worlds to part
with aching looks and breaking hearts
and all the prayers your hands can make
oh i just take as much as you can throw
and then throw it all away
oh i throw it all away
like throwing faces at the sky
like throwing arms round
yesterday
i stood and stared
wide-eyed in front of you
and the face i saw looked back
the way i wanted to
but i just can’t hold my tears away
the way you do
Elise believe i never wanted this
i thought this time i’d keep all of my promises
i thought you were the girl always dreamed about
but i let the dream go
and the promises broke
and the make-believe ran out…
oh Elise
it doesn’t matter what you say
i just can’t stay here every yesterday
like keep on acting out the same
the way we act out
every way to smile
forget
and make-believe we never needed
any more than this
any more than this
and every time i try to pick it up
like falling sand
as fast as i pick it up
it runs away through my clutching hands
but there’s nothing else i can really do
there’s nothing else
i can really do
at all…
Voltei pra universidade. Eu já deveria estar formado. Ano passado, inclusive.
Definitivamente não viverei de Jornalismo.
Evacuação fibrosa
Não quero saber,
Do que pode ser,
A vinda ou a ida,
Da morte ou da vida.
A queda, a dor,
Sintomas fibrosos,
Transformam a luz,
Em ocaso sinistro.
Mundo subterrâneo,
A pressa e a sorte,
Tornam-se canções,
Que cantam a morte.
Esfola a fé,
E vomita a alma.
Pragas indômitas,
E trevas daninhas.
A verdade mente,
Mas o que é o espírito ?
Real e incomum,
De fato é o óbvio.
Rosários ou terços ?
De frente ou de lado.
Gangrena, necrose,
É a alegria, de fato !
Osimar Medeiros 05/12/2002
Auto-desenvolvimento é masturbação
Nem morte, nem vida,
Nem tiro, nem chão,
Nem dor ou partida,
Vão esmagar meu coração.
Atroz aleivosia,
Torpe incongruência,
Nem rasgo ou teimosia,
Vão adormecer minha (in)consciência.
Outro ou o mesmo,
Atiro ou me escondo?
Aleatório a esmo,
Subo sem estrondo.
Ouço ou digo?
Mas ver é melhor,
Traidor ou amigo,
Celestial ou fim pior?
Nem espírito, nem louvor,
Nem ardor, nem canhão,
Nem ódio, nem amor,
Vão regurgitar meu coração.
Esconder ou mostrar?
Paraíso virou pecado?
Caim não quis matar?
Ou a Serpente mudou de lado?
O frio, o calor,
A demência, a sanidade,
O suor, o frescor,
O ímpio e a piedade.
Nem flor, nem espinho,
Nem raiva, nem peste,
Nem os passos do caminho,
Vão me fazer fracassar no teste.
Junte-se,
Separe-se,
Estupre,
Acovarde-se,
Destrua,
Ampare-se,
Brilhe,
Disfarce,
Mas cumpra a palavra ou morra por ela.
Osimar Medeiros 24/01/2004
De Fogo eu Queimo ( o começo )
De fogo, eu queimo,
Expurgo do mal, no mal eu teimo,
Até o final, o começo,
Da beleza escondida no coração ermo.
De fogo, eu queimo,
Com gelo, com aço,
A guerra, a fome: o começo,
Do calor, do cortejo, na boca, embaixo.
De fogo, eu queimo,
Contudo não sai,
O sangue azul: a cor é o começo,
Da dor que aparece, do anjo que cai.
De fogo, eu queimo,
Circunferência imperfeita,
A tinta, o pincel, o começo,
Da criação carmesim, que a tudo aceita.
De fogo, eu queimo,
Redução temporal, chuva mórbida,
O varal, a pressa: o começo,
Do passo final, da miséria óbvia.
De fogo, eu queimo,
Enganos, equívocos,
A serpente, o veneno: o começo,
Da tentação, da delícia, do desamor recíproco.
Osimar Medeiros 07 de abril de 2004
Agora estou redescobrindo o Pink Floyd.
Disso eu sei: os solos mais elegantes do heavy metal são do David Gilmour.
Aqueles que são profundos conhecedores do que quer que seja, se tornam invariavelmente arrogantes deste conhecimento e tratam novos aprendizes em potencial como lixo humano, como se já fossem paridos inteligentes. Estes novos aprendizes acumulam conhecimentos e se espelham nos conhecedores antigos, se tornando tão arrogantes quanto eles.
Esse tipo de gente dá gastura. Esse tipo de gente merece pau no cu.
Sepultura rrrrrrrrrocks !!!!!
Claro, apenas na época em que o Max era o vocalista/guitarrista base.
Puta fome dos trocentos mil caralhos.
Pedi uma pizza. Não, desta vez não foi do Sortidinho. Foi da Gosto Gostoso. 26 mirréis, pizza grande e refrigerante de 1,5l. Coca cola, craro zifio.
Achei um preço puta caro, mas a fome falou mais alto.
Pelo menos pra alguma coisa serve esse orkut. Tô encontrando uma galera que eu não via há anos.
Mulheres multiorgásmicas. Mulheres que jorram. Squirt. Mulheres da minha vida.
Voltando à programação normal, rolando um Groove Armada nas orelhas, batendo uma sinuca, e as cruzadinhas de soslaio, só esperando a vez.
Resoluções tomadas para 2006:
Dar um jeito nos estudos;
Dar um jeito nas minhas costas;
Passar copaíba na minha cicatriz;
Trocar de óculos;
Cortar os cabelos;
Aparar a barba;
Aparar os pentelhos;
Limpar os ouvidos;
Passar esmeril no calo do mouse;
Parar de comer minhas unhas;
Ser mais calmo;
Ser mais razoável;
Ser mais meigo;
Ser mais bicha, pelo jeito.
Ser mais firme;
Vomitar os desaforos;
Trabalhar com mais afinco;
Ganhar dinheiro;
Cantar mais as meninas;
Beijar mais;
Apalpar mais;
Trepar bem, bem mais;
Viajar no fim do ano (essa tem que rolar, sob risco de enlouquecimento precoce e irreversível).
Puta chuva dos quatrocentos mil caralhos no primeiro dia útil do ano.
Eu quero mais é que essa porra vá pra baixo d’água mesmo.